
O Ministro do Turismo, Celso Sabino, anunciou nesta quarta-feira (8) que continuará à frente da pasta, encerrando rumores sobre uma possível saída do governo. A confirmação ocorre em um momento estratégico, às vésperas da Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em Belém, capital do Pará, em novembro.
Em comunicado oficial, Sabino reiterou sua fidelidade ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao projeto político que vem impulsionando o turismo nacional. “Minha permanência é uma decisão consciente e alinhada com os interesses do povo paraense e do Brasil. Estamos prestes a sediar um dos eventos mais importantes do planeta, e é hora de somar esforços, não de dividir”, declarou.
Durante sua fala, o ministro destacou os resultados expressivos do setor turístico, que vive uma fase de expansão sem precedentes. Segundo Sabino, o Brasil está prestes a alcançar a marca de 10 milhões de turistas internacionais em 2025 — um salto significativo em relação ao histórico de 7 milhões.
“O turismo brasileiro nunca esteve tão forte. Estamos gerando empregos, movimentando a economia e promovendo inclusão social. É um ciclo virtuoso que precisa de continuidade”, afirmou.
Sabino também apresentou dados que evidenciam o fortalecimento da economia brasileira. Entre os destaques estão a menor taxa de desemprego já registrada (5,6%), a maior massa salarial da história (R$ 350 bilhões) e a redução do índice de extrema pobreza para 3,5%.
“Esses números não são apenas estatísticas. São reflexo de políticas públicas eficazes e de um governo que trabalha para melhorar a vida das pessoas”, pontuou.
Em tom firme, o ministro comparou sua decisão ao histórico “Dia do Fico” de Dom Pedro I, reforçando a importância de manter a estabilidade política em momentos decisivos. “Fico porque acredito no projeto que estamos construindo. Fico porque o povo do Pará merece ver a COP30 como um marco de transformação. Fico porque o Brasil está avançando”, concluiu.
Com a permanência de Celso Sabino, o governo Lula mantém uma peça-chave na articulação da COP30 e na condução de políticas que têm reposicionado o Brasil como destino turístico global.
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